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		<title>Nurexan® chega à Heel Vet: uma nova possibilidade para o manejo do estresse e da ansiedade na rotina veterinária</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 20:19:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estresse e ansiedade fazem parte de diferentes situações da rotina clínica de cães e gatos. Transporte, hospitalização, mudanças de ambiente, ruídos intensos, consultas e alterações de rotina podem desencadear respostas comportamentais e fisiológicas relevantes. Inquietação, hipervigilância, alterações de atenção e mudanças de comportamento representam apenas parte dessa resposta. O organismo também mobiliza circuitos neurais, mediadores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Estresse e ansiedade fazem parte de diferentes situações da rotina clínica de cães e gatos. Transporte, hospitalização, mudanças de ambiente, ruídos intensos, consultas e alterações de rotina podem desencadear respostas comportamentais e fisiológicas relevantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inquietação, hipervigilância, alterações de atenção e mudanças de comportamento representam apenas parte dessa resposta. O organismo também mobiliza circuitos neurais, mediadores neuroendócrinos e mecanismos gastrointestinais diante de estímulos percebidos como ameaçadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, </span><b>Nurexan® chega ao portfólio Heel Vet como um medicamento veterinário ansiolítico voltado ao manejo do estresse e da ansiedade</b><span style="font-weight: 400;">, com ação rápida em até 30 minutos e preservação do estado de alerta e da performance do paciente. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>O estresse envolve muito mais do que comportamento</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta ao estresse começa com a percepção de um estímulo potencialmente ameaçador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A amígdala participa do processamento desse estímulo e influencia a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, o eixo HPA. A partir desse processo, ocorre a liberação de CRH, seguida por ACTH e cortisol.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa resposta permite que o organismo se adapte a diferentes desafios. Quando a intensidade, a frequência ou a duração dos estímulos aumentam, os efeitos podem repercutir sobre comportamento, atenção, estado de vigilância e diferentes sistemas fisiológicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema gastrointestinal também participa desse processo. A resposta ao estresse pode envolver alterações relacionadas à gastrina e à secreção de ácido gástrico, ampliando a compreensão clínica sobre os efeitos de estímulos recorrentes ou intensos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, o manejo do estresse ganha relevância como parte de uma abordagem clínica mais ampla, especialmente em pacientes expostos a situações previsíveis ou recorrentes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Como Nurexan® atua na resposta ao estresse?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nurexan® apresenta uma atuação multicomponente sobre diferentes mecanismos envolvidos na resposta ao estresse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><b>sistema nervoso central</b><span style="font-weight: 400;">, sua ação está relacionada à modulação de neurotransmissores, à regulação da hipervigilância e à redução da ativação da amígdala diante de estímulos emocionais negativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><b>eixo HPA</b><span style="font-weight: 400;">, atua atenuando a resposta neuroendócrina associada a CRH, ACTH e cortisol.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados de eletroencefalografia também indicam modulação da atividade oscilatória relacionada ao estresse e à regulação da vigilância. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No sistema gastrointestinal, sua atuação se relaciona à resposta da gastrina e do ácido gástrico, acrescentando uma dimensão importante ao manejo de pacientes submetidos a estímulos estressores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa atuação integrada permite abordar diferentes componentes da resposta fisiológica ao estresse dentro de uma mesma estratégia terapêutica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Mais equilíbrio com preservação do estado de alerta</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais diferenciais de Nurexan® está na possibilidade de promover ação ansiolítica preservando o estado de alerta e a performance do paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse perfil amplia sua aplicabilidade em situações nas quais o médico-veterinário busca reduzir o impacto do estresse mantendo interação, responsividade e atividade do animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O produto também apresenta </span><b>ação rápida em até 30 minutos</b><span style="font-weight: 400;">, característica especialmente relevante em situações previsíveis de estresse e em contextos nos quais o planejamento antecipado faz parte da estratégia clínica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A combinação entre velocidade de ação e preservação do estado de alerta acrescenta uma nova possibilidade ao manejo de pacientes sensíveis a diferentes estímulos ambientais e comportamentais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>O que as evidências mostram?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O material técnico de Nurexan® apresenta dados de um estudo prospectivo, duplo-cego e controlado por placebo realizado com </span><b>45 cães de trenó submetidos a exercício físico intenso</b><span style="font-weight: 400;">, utilizado como modelo de resposta ao estresse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse estudo, o grupo tratado com Nurexan® apresentou um parâmetro de cortisol significativamente menor em comparação ao grupo placebo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No pico da resposta ao estímulo, Nurexan® esteve associado a uma </span><b>redução de até 34,3% nos níveis de cortisol</b><span style="font-weight: 400;">, além de favorecer retorno mais rápido aos níveis normais após a exposição ao estressor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A gastrina plasmática também foi avaliada. Os resultados mostraram resposta significativamente menor desse parâmetro no grupo Nurexan® em comparação ao placebo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses achados ajudam a demonstrar que a resposta ao estresse envolve manifestações fisiológicas mensuráveis e reforçam a importância de um olhar clínico que considere tanto comportamento quanto mecanismos neuroendócrinos e gastrointestinais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Onde Nurexan® pode integrar a rotina veterinária?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estressores presentes na rotina dos animais podem assumir diferentes formas e durações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O material técnico de Nurexan® contempla situações como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">visitas ao médico-veterinário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">hospitalização;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">transporte e viagens;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ruídos intensos, incluindo fogos e tempestades;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">mudanças de rotina ou de ambiente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">situações de separação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">confinamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">superpopulação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">atividades físicas intensas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações comportamentais relacionadas ao nervosismo e à hipervigilância.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Também são descritos contextos como lambedura de patas, andar em círculos, arrancamento de penas e síndrome de pica, sempre dentro de uma avaliação clínica individualizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa variedade de situações mostra como o manejo do estresse pode fazer parte de diferentes momentos da rotina veterinária, desde eventos previsíveis e pontuais até condições que exigem acompanhamento mais contínuo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Estresse também faz parte do raciocínio clínico</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta ao estresse influencia comportamento, estado de vigilância, mecanismos neuroendócrinos e sistemas fisiológicos importantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Reconhecer essa resposta de forma precoce permite ampliar as possibilidades de manejo e incorporar o estresse ao planejamento clínico de maneira mais estruturada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com </span><b>ação ansiolítica, preservação do estado de alerta e ação em até 30 minutos</b><span style="font-weight: 400;">, Nurexan® amplia o portfólio Heel Vet e oferece ao médico-veterinário uma nova possibilidade para o manejo do estresse e da ansiedade em diferentes contextos clínicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha da estratégia deve considerar o perfil do paciente, o tipo de estressor, sua previsibilidade, duração e intensidade, além das demais necessidades clínicas presentes em cada caso.</span></p>
<p><b>Nurexan® já faz parte do portfólio Heel Vet.</b></p>
<p><b>Conheça mais sobre Nurexan® e suas possibilidades na rotina veterinária em heelvet.com.br.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale agora mesmo com nossa <span style="color: #23ad76;"><a style="color: #23ad76;" title="CONTATO" href="https://heelvet.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener"><strong>equipe</strong></a>.</span></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Manejo do Terreno Biológico no Paciente Oncológico: como a imunomodulação auxilia na redução da toxicidade e na preservação da qualidade de vida durante a quimioterapia</title>
		<link>https://heelvet.com.br/o-manejo-do-terreno-biologico-no-paciente-oncologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:19:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O avanço da oncologia veterinária ampliou significativamente as possibilidades terapêuticas para cães e gatos com neoplasias. Protocolos quimioterápicos, radioterapia, cirurgia e outras modalidades permitem hoje controlar diferentes tipos de tumores, prolongar a sobrevida e preservar a qualidade de vida de muitos pacientes. Nesse cenário, a condução oncológica não se limita ao controle da massa tumoral. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O avanço da oncologia veterinária ampliou significativamente as possibilidades terapêuticas para cães e gatos com neoplasias. Protocolos quimioterápicos, radioterapia, cirurgia e outras modalidades permitem hoje controlar diferentes tipos de tumores, prolongar a sobrevida e preservar a qualidade de vida de muitos pacientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse cenário, a condução oncológica não se limita ao controle da massa tumoral. A capacidade do organismo de tolerar o tratamento, manter sua funcionalidade e atravessar os ciclos terapêuticos em boas condições também influencia diretamente a continuidade do protocolo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quimioterapia atua sobre células com alta atividade proliferativa. Por esse motivo, além das células neoplásicas, tecidos saudáveis com renovação intensa também podem ser afetados. Medula óssea e epitélio gastrointestinal estão entre os sistemas que merecem atenção especial durante o acompanhamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mielossupressão, alterações gastrointestinais, resposta inflamatória, estresse oxidativo e maior demanda metabólica podem comprometer a condição global do paciente. Quando essas alterações ganham intensidade, pode haver necessidade de ajustes ou adiamentos no protocolo antineoplásico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É nesse contexto que o conceito de </span><b>terreno biológico</b><span style="font-weight: 400;"> ganha relevância. Mais do que acompanhar o tumor isoladamente, o médico-veterinário passa a considerar também as condições imunológicas, inflamatórias, metabólicas e teciduais que influenciam a capacidade do organismo de responder ao tratamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>O impacto da terapia antineoplásica sobre o organismo</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os efeitos da quimioterapia variam de acordo com o medicamento utilizado, a dose, o protocolo e as características individuais do paciente. Ainda assim, alguns mecanismos ajudam a compreender por que o suporte durante o tratamento é tão importante.</span></p>
<h3><b>1. Mielossupressão e resposta imune celular</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A medula óssea apresenta elevada atividade proliferativa e pode ser afetada por determinados agentes quimioterápicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diminuição na produção das células de defesa, como a neutropenia, a linfopenia e outras alterações hematológicas podem reduzir a capacidade de resposta do organismo justamente em um momento de maior vulnerabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da quantidade de células circulantes, a competência da resposta imune também merece atenção. A resposta celular associada ao perfil Th1 participa da ativação de mecanismos importantes da imunidade, incluindo produção de interferon-gama, atividade de macrófagos e participação das células Natural Killer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No paciente submetido ao tratamento antineoplásico, oferecer suporte a essa resposta pode contribuir para a manutenção da imunocompetência durante um período de elevada demanda imunológica.</span></p>
<h3><b>2. Estresse oxidativo e demanda metabólica</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O metabolismo de determinados quimioterápicos pode aumentar a formação de espécies reativas de oxigênio e ampliar o estresse oxidativo celular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando esse processo ultrapassa a capacidade regulatória do organismo, estruturas celulares, membranas e mitocôndrias podem ser afetadas. Isso ganha relevância principalmente em pacientes idosos, debilitados, com comorbidades ou submetidos a tratamentos prolongados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esse motivo, o acompanhamento do paciente oncológico também precisa considerar sua capacidade metabólica, sua reserva fisiológica e a preservação da função dos tecidos ao longo do tratamento.</span></p>
<h3><b>3. Inflamação e comprometimento tecidual</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Alterações inflamatórias também podem participar das intercorrências relacionadas ao tratamento oncológico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No trato gastrointestinal, por exemplo, agressões ao epitélio favorecem o aparecimento de náusea, desconforto abdominal e alterações de apetite, comprometendo a qualidade de vida. Os processos inflamatórios também causam dor, edema e limitação funcional do tecido acometido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Citocinas como IL-1β, TNF-alfa, IL-6 e IL-8 participam da resposta inflamatória e tornam a sua adequada regulação uma frente relevante no suporte ao paciente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Por que o manejo precisa ir além dos sinais isolados?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antieméticos, analgésicos, protetores gastrointestinais, antimicrobianos e outras estratégias permanecem importantes quando indicados para o controle das intercorrências associadas ao tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, o paciente oncológico pode apresentar diferentes necessidades simultaneamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inflamação, maior demanda imunológica, perda de apetite, alterações metabólicas, dor e redução da atividade costumam fazer parte do mesmo contexto clínico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, uma abordagem integrativa permite ampliar o raciocínio para além do controle pontual dos sinais, incluindo estratégias direcionadas à imunocompetência, à modulação da inflamação e à preservação da resposta fisiológica dos tecidos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Engystol® e o suporte à imunocompetência</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Engystol® atua como imunomodulador, oferecendo suporte à resposta imune celular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu mecanismo está relacionado ao estímulo da resposta Th1 e à produção de mediadores como interferon-gama e interleucina 2, envolvidos na ativação coordenada de diferentes componentes da imunidade celular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa resposta inclui a participação de linfócitos, macrófagos e células Natural Killer, importantes na defesa frente a desafios que exigem imunidade celular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No paciente oncológico submetido à quimioterapia, esse suporte é especialmente relevante em períodos de maior demanda imunológica, contribuindo para a manutenção da imunocompetência ao longo do tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta não é substituir o monitoramento hematológico ou o manejo específico das intercorrências, mas integrar uma frente adicional de suporte ao organismo durante o protocolo antineoplásico.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Traumeel® e a modulação da resposta inflamatória</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Traumeel® atua na modulação do processo inflamatório por meio de uma ação multialvo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua atuação envolve a regulação de mediadores pró-inflamatórios como IL-1β, TNF-alfa, IL-6 e IL-8, além de mecanismos regulatórios associados à resolução fisiológica da inflamação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos diferenciais desse mecanismo está justamente na capacidade de modular a resposta inflamatória sem bloquear os processos celulares necessários à recuperação dos tecidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No paciente oncológico, essa característica amplia as possibilidades de suporte em situações nas quais inflamação, dor, edema ou comprometimento tecidual fazem parte do quadro clínico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro aspecto relevante é seu perfil de segurança. Traumeel® apresenta ausência de toxicidade gástrica e renal e preserva a função normal das plaquetas e das células de defesa, características importantes em pacientes submetidos a protocolos terapêuticos que já impõem elevada demanda ao organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como parte de uma estratégia de controle da inflamação, Traumeel® contribui para o manejo do processo inflamatório sem acrescentar os riscos de toxicidade gastrointestinal e renal associados a determinadas abordagens anti-inflamatórias convencionais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Duas frentes complementares no paciente oncológico</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Engystol® e Traumeel® atuam sobre necessidades diferentes, mas que podem coexistir durante a condução de um paciente oncológico.</span></p>
<p><b>Engystol®</b><span style="font-weight: 400;"> atua no suporte à imunocompetência, com foco na resposta imune celular e no eixo Th1.</span></p>
<p><b>Traumeel®</b><span style="font-weight: 400;"> atua na modulação da resposta inflamatória, auxiliando no controle de uma inflamação exacerbada enquanto preserva os mecanismos fisiológicos necessários à recuperação tecidual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro de uma abordagem multimodal, essas estratégias podem atuar de forma complementar, oferecendo suporte à resposta imune e contribuindo para a modulação do processo inflamatório ao longo do tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é oferecer suporte ao organismo para que ele atravesse o tratamento antineoplásico com melhores condições de resposta, tolerabilidade e manutenção da qualidade de vida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Qualidade de vida também é um parâmetro de acompanhamento</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No paciente oncológico, a resposta terapêutica não deve ser avaliada apenas pelas dimensões do tumor ou pelos resultados laboratoriais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apetite, condição corporal, massa muscular, atividade, conforto, comportamento, dor e interação com o responsável também fornecem informações importantes sobre a evolução clínica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses parâmetros ajudam o médico-veterinário a compreender não apenas a evolução do quadro oncológico, mas também como o organismo está lidando com o tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Preservar essas funções significa ampliar o olhar sobre o paciente e sustentar uma condução que busca controle da doença sem perder de vista o bem-estar ao longo da jornada terapêutica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Conclusão</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A oncologia veterinária moderna exige uma visão que integre o tratamento da neoplasia ao suporte global do paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a quimioterapia, alterações imunológicas, inflamatórias, metabólicas e teciduais podem interferir na tolerabilidade ao protocolo e na qualidade de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A imunomodulação com Engystol® oferece suporte à resposta imune celular, com atuação relacionada ao eixo Th1, interferon-gama, interleucina 2, macrófagos e células Natural Killer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Traumeel®, por sua vez, atua na modulação da resposta inflamatória, regulando diferentes mediadores sem bloquear os mecanismos fisiológicos necessários à recuperação dos tecidos e oferecendo um perfil favorável de segurança gastrointestinal e renal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando essas necessidades coexistem, a associação pode integrar uma estratégia multimodal de suporte ao paciente oncológico, sempre de acordo com sua condição clínica e com a avaliação do médico-veterinário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é ampliar a capacidade do organismo de atravessar o tratamento antineoplásico preservando função, conforto e qualidade de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale agora mesmo com nossa <span style="color: #23ad76;"><a style="color: #23ad76;" title="CONTATO" href="https://heelvet.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener"><strong>equipe</strong></a>.</span></span></p>
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			</item>
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		<title>Primavera e aumento das temperaturas: como as mudanças sazonais impactam a resposta imune dos pacientes veterinários</title>
		<link>https://heelvet.com.br/primavera-e-aumento-das-temperaturas-como-as-mudancas-sazonais-impactam-a-resposta-imune-dos-pacientes-veterinarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 17:57:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A transição para a primavera modifica uma série de fatores ambientais relevantes para a rotina veterinária. O aumento gradual das temperaturas, mudanças na umidade, maior presença de pólens e outros alérgenos, condições favoráveis ao desenvolvimento de alguns ectoparasitas e mudanças na rotina dos animais podem alterar o perfil de exposição de cães e gatos. Isso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A transição para a primavera modifica uma série de fatores ambientais relevantes para a rotina veterinária. O aumento gradual das temperaturas, mudanças na umidade, maior presença de pólens e outros alérgenos, condições favoráveis ao desenvolvimento de alguns ectoparasitas e mudanças na rotina dos animais podem alterar o perfil de exposição de cães e gatos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso não significa que a primavera, por si só, “reduz a imunidade”. O cenário é mais complexo: </span><b>o ambiente muda, a exposição muda e alguns pacientes passam a enfrentar uma demanda diferente sobre seus mecanismos de defesa</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o médico-veterinário, compreender essa relação é especialmente importante em pacientes predispostos a doenças alérgicas, animais com histórico de infecções recorrentes, pacientes geriátricos ou crônicos e aqueles submetidos a maior exposição a outros animais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Primavera e dermatologia: quando a exposição ambiental aumenta</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A dermatite atópica é uma doença inflamatória e pruriginosa associada à predisposição genética e à resposta a alérgenos ambientais. Pólens, ácaros e fungos estão entre os possíveis desencadeadores, e alguns pacientes apresentam manifestações sazonais ou exacerbações em determinados períodos do ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na primavera, portanto, o aumento da exposição a determinados alérgenos pode contribuir para a ocorrência de crises em animais sensibilizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta imune associada à dermatite atópica envolve diferentes mediadores. Citocinas relacionadas ao perfil Th2, incluindo IL-4 e IL-13, participam da resposta alérgica e da inflamação, mas hoje se sabe que a fisiopatologia não se resume a uma simples oposição entre Th1 e Th2. Alterações de barreira cutânea, inflamação e mudanças no microbioma também têm papel importante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa interação ajuda a explicar por que infecções secundárias por </span><b>Staphylococcus pseudintermedius</b><span style="font-weight: 400;"> e proliferação de </span><b>Malassezia pachydermatis</b><span style="font-weight: 400;"> são frequentes em cães atópicos e podem agravar os sinais clínicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto relevante é o ambiente favorável aos ectoparasitas. Temperatura e umidade interferem diretamente no ciclo de vida das pulgas, cujo desenvolvimento é mais rápido sob condições quentes e úmidas. Dependendo da região e das condições ambientais, o aumento das temperaturas pode, portanto, representar também maior pressão parasitária.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>E o aumento das temperaturas?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Temperaturas mais elevadas aumentam a demanda termorregulatória, especialmente em pacientes predispostos, como animais braquicefálicos, obesos, geriátricos ou portadores de doenças concomitantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em cães expostos a condições de calor e alta umidade, já foram observadas alterações fisiológicas e hematológicas, incluindo aumento de cortisol e mudanças em parâmetros relacionados ao sistema imune.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante, entretanto, diferenciar esse cenário do </span><b>heatstroke (golpe de calor)</b><span style="font-weight: 400;">. As alterações intensas de permeabilidade intestinal, resposta inflamatória sistêmica e dano tecidual descritas na literatura estão principalmente associadas à hipertermia importante e ao estresse térmico grave.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática clínica da primavera, portanto, o principal ponto não é afirmar que o calor provoca imunossupressão, mas reconhecer que </span><b>temperatura, hidratação, condição clínica prévia e capacidade de adaptação do paciente podem modificar sua resposta aos desafios ambientais</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Doenças respiratórias: a estação é apenas uma parte do contexto</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Temperatura e umidade também interferem nas características das secreções respiratórias e no transporte mucociliar. Experimentalmente, a exposição a ar muito seco pode diminuir a capacidade de transporte do muco nas vias respiratórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, quando falamos de Complexo Respiratório Infeccioso Canino ou de doenças respiratórias felinas, outros fatores possuem uma relação epidemiológica mais clara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em cães, o contato com múltiplos animais, como ocorre em hotéis, creches, parques e outros ambientes coletivos, aumenta o risco de doenças respiratórias infecciosas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos gatos, especialmente no caso do herpesvírus felino, o estresse é um fator reconhecido de reativação viral e de nova eliminação do vírus. Ambientes com alta densidade populacional também apresentam maior risco de doenças respiratórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a primavera pode modificar hábitos e aumentar algumas oportunidades de exposição, mas </span><b>não deve ser apresentada isoladamente como causa do aumento das infecções respiratórias</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Onde entra o suporte à imunocompetência?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pacientes submetidos a maior exposição, com histórico de recorrência, coinfecções, idade avançada ou outras condições que aumentem sua demanda imunológica podem exigir atenção adicional à imunocompetência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, </span><b>Engystol® pode integrar a estratégia clínica como suporte à resposta imune celular</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua atuação está relacionada à atividade Th1 e à produção de interferon-gama, mecanismos envolvidos na resposta contra patógenos intracelulares. O medicamento também é apresentado como imunomodulador para utilização em doenças virais e como coadjuvante em diferentes situações de maior demanda imunológica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ponto clínico importante é integrar esse suporte ao restante da condução do paciente. Vacinação, controle de ectoparasitas, manejo adequado das doenças de base, biossegurança, identificação e tratamento de infecções secundárias e redução de fatores de estresse continuam sendo pilares essenciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Engystol® entra como </span><b>uma frente adicional de suporte à imunocompetência</b><span style="font-weight: 400;">, conforme a avaliação do médico-veterinário e as necessidades daquele paciente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Primavera: mais exposição, diferentes desafios</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A mudança de estação traz uma combinação de mudanças ambientais e comportamentais capazes de modificar a exposição e a demanda fisiológica de determinados pacientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais alérgenos podem contribuir para exacerbações dermatológicas. Temperaturas elevadas aumentam a demanda termorregulatória. Condições ambientais influenciam os ectoparasitas. Maior interação entre animais pode ampliar oportunidades de transmissão de agentes infecciosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a prática veterinária, o valor está justamente em </span><b>identificar quais pacientes se tornam mais suscetíveis diante desse novo contexto</b><span style="font-weight: 400;"> e antecipar estratégias de manejo, prevenção e suporte à imunocompetência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro desse raciocínio, Engystol® pode ser considerado como suporte à resposta imune celular em pacientes que enfrentam maior demanda imunológica, sempre integrado à avaliação clínica e às demais medidas indicadas para cada caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale agora mesmo com nossa <span style="color: #23ad76;"><a style="color: #23ad76;" title="CONTATO" href="https://heelvet.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener"><strong>equipe</strong></a>.</span></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Solidago®, Ubichinon® e Coenzyme®: entenda o papel de cada um</title>
		<link>https://heelvet.com.br/solidago-ubichinon-e-coenzyme-entenda-o-papel-de-cada-um/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 23:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Renal]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Integrativa]]></category>
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		<category><![CDATA[doença renal crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Estresse Oxidativo]]></category>
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		<category><![CDATA[Nefrologia veterinária]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema urinário]]></category>
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					<description><![CDATA[Solidago®, Ubichinon® e Coenzyme® são medicamentos com diferentes pontos de atuação e possibilidades de aplicação na rotina veterinária. Juntos, formam o Protocolo SUC®, uma estratégia integrada de suporte ao paciente com Doença Renal Crônica (DRC). Mas compreender o protocolo passa, primeiro, por entender o que cada um acrescenta individualmente ao raciocínio clínico. O próprio nome [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Solidago®, Ubichinon® e Coenzyme® são medicamentos com diferentes pontos de atuação e possibilidades de aplicação na rotina veterinária. Juntos, formam o </span><b>Protocolo SUC®</b><span style="font-weight: 400;">, uma estratégia integrada de suporte ao paciente com Doença Renal Crônica (DRC). Mas compreender o protocolo passa, primeiro, por entender o que cada um acrescenta individualmente ao raciocínio clínico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O próprio nome SUC® reúne os três componentes: </span><b>S de Solidago®, U de Ubichinon® e C de Coenzyme®</b><span style="font-weight: 400;">. A associação permite abordar frentes complementares relacionadas ao sistema nefro-urinário, ao metabolismo energético celular e à função mitocondrial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, cada medicamento possui características próprias e pode ser considerado em outros contextos clínicos, de acordo com os objetivos terapêuticos e a avaliação individual do paciente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Solidago®: suporte ao sistema nefro-urinário</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Solidago® tem sua atuação direcionada ao </span><b>sistema nefro-urinário</b><span style="font-weight: 400;">, oferecendo suporte funcional e estrutural e participando de processos relacionados à modulação inflamatória urinária e à drenagem metabólica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso abre espaço para sua utilização em diferentes situações que envolvem o trato urinário. Em pacientes com cistites, irritações recorrentes e outras alterações do trato urinário inferior, por exemplo, a condução pode considerar não apenas os sinais apresentados pelo paciente, mas também as condições da mucosa de bexiga e uretra e do próprio ambiente urinário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, Solidago® pode integrar a estratégia de suporte com foco na </span><b>modulação inflamatória urinária, na redução da irritação da mucosa e na recuperação do ambiente urinário</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa aplicação individual amplia as possibilidades de uso do medicamento na rotina. Já quando o contexto clínico é a </span><b>Doença Renal Crônica</b><span style="font-weight: 400;">, Solidago® passa a compor uma abordagem mais abrangente dentro do Protocolo SUC®, associado a Ubichinon® e Coenzyme®.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Coenzyme®: metabolismo energético celular em foco</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para manter suas funções, as células dependem de uma produção energética eficiente. Esse processo envolve uma sequência coordenada de reações bioquímicas e enzimáticas, especialmente dentro das mitocôndrias.</span></p>
<p><b>Coenzyme® atua como modulador do metabolismo energético celular</b><span style="font-weight: 400;">, favorecendo a eficiência das vias enzimáticas responsáveis pela produção e utilização de energia. Dessa forma, oferece suporte a células submetidas a maior demanda ou estresse metabólico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais pontos de sua atuação está relacionado ao </span><b>ciclo de Krebs</b><span style="font-weight: 400;">, conjunto de reações fundamentais para a produção de energia celular. Dentro do Protocolo SUC®, essa é justamente a frente em que Coenzyme® contribui: suporte aos processos metabólicos associados à geração de ATP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse mecanismo também explica sua presença em outros contextos clínicos. Coenzyme® pode ser considerado em situações como </span><b>distúrbios metabólicos, doenças endócrinas, caquexia associada a alterações metabólicas, disfunções do metabolismo celular, bloqueios enzimáticos, doenças cardíacas, osteoartrite, doença do disco intervertebral, enfermidades crônico-degenerativas e suporte em casos de neoplasias</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em comum, essas situações podem envolver aumento da demanda celular ou necessidade de suporte às vias responsáveis pela produção e utilização de energia. Assim, Coenzyme® permite direcionar a estratégia para uma frente metabólica específica, conforme as particularidades de cada paciente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Ubichinon®: suporte mitocondrial e equilíbrio oxidativo</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ubichinon® também participa do suporte ao metabolismo energético, mas atua em uma etapa diferente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua ação está relacionada à </span><b>cadeia de transporte de elétrons</b><span style="font-weight: 400;">, etapa da respiração celular que ocorre nas mitocôndrias e participa diretamente da geração de ATP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do suporte aos processos enzimáticos relacionados à produção de energia, Ubichinon® também atua na </span><b>redução da produção de radicais livres</b><span style="font-weight: 400;">, acrescentando uma frente relacionada ao equilíbrio oxidativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso torna seu papel especialmente interessante em contextos nos quais a função mitocondrial e o estresse oxidativo fazem parte do raciocínio clínico. Entre as possibilidades de utilização estão </span><b>enfermidades crônicas e crônico-degenerativas, doenças cardíacas, osteoartrite, doença do disco intervertebral, alterações dermatológicas e suporte em pacientes com neoplasias</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Coenzyme® e Ubichinon®, portanto, se complementam dentro do metabolismo energético. Enquanto Coenzyme® direciona seu suporte às vias enzimáticas e ao ciclo de Krebs, Ubichinon® está relacionado à cadeia de transporte de elétrons, à produção mitocondrial de energia e ao equilíbrio oxidativo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>E onde entra o Protocolo SUC®?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Doença Renal Crônica, diferentes alterações podem coexistir ao longo da evolução do paciente. Além do comprometimento funcional do sistema renal, processos metabólicos e energéticos também podem participar desse cenário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É justamente aí que as três atuações se encontram.</span></p>
<p><b>Solidago®</b><span style="font-weight: 400;"> contribui com o suporte funcional e estrutural do sistema nefro-urinário.</span></p>
<p><b>Coenzyme®</b><span style="font-weight: 400;"> atua sobre vias relacionadas ao metabolismo energético celular e ao ciclo de Krebs.</span></p>
<p><b>Ubichinon®</b><span style="font-weight: 400;"> oferece suporte aos processos mitocondriais ligados à cadeia de transporte de elétrons, à geração de ATP e ao equilíbrio oxidativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><b>Protocolo SUC®</b><span style="font-weight: 400;">, essas frentes são reunidas em uma mesma estratégia, permitindo uma abordagem integrada ao paciente com DRC. A complementaridade entre os três medicamentos é justamente o princípio central do protocolo: funções diferentes que se encontram dentro de um mesmo objetivo de suporte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Diferentes possibilidades dentro da rotina veterinária</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecer Solidago®, Ubichinon® e Coenzyme® individualmente amplia a compreensão sobre o próprio Protocolo SUC®, mas também ajuda a identificar outras situações nas quais cada medicamento pode contribuir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Solidago® direciona o olhar para o sistema urinário. Coenzyme® coloca o metabolismo energético celular no centro do raciocínio. Ubichinon® acrescenta a perspectiva da função mitocondrial e do equilíbrio oxidativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando essas necessidades aparecem isoladamente, cada medicamento pode ser considerado de acordo com o contexto clínico. Quando se encontram no paciente com </span><b>Doença Renal Crônica</b><span style="font-weight: 400;">, a associação dos três dá origem ao Protocolo SUC® e à sua proposta de suporte integrado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, mais do que memorizar três nomes, compreender </span><b>onde cada medicamento atua</b><span style="font-weight: 400;"> permite explorar de forma mais precisa suas possibilidades dentro da prática veterinária e construir estratégias alinhadas às necessidades individuais de cada paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale agora mesmo com nossa <span style="color: #23ad76;"><a style="color: #23ad76;" title="CONTATO" href="https://heelvet.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener"><strong>equipe</strong></a>.</span></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Isquemia renal subclínica e lesão por reperfusão: os gatilhos hemodinâmicos ocultos na progressão da DRC</title>
		<link>https://heelvet.com.br/isquemia-renal-subclinica-e-lesao-por-reperfusao-os-gatilhos-hemodinamicos-ocultos-na-progressao-da-drc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 23:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Renal]]></category>
		<category><![CDATA[Nefrologia Veterinária]]></category>
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		<category><![CDATA[DRC em cães e gatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Na rotina da clínica médica veterinária, a Doença Renal Crônica, ou DRC, costuma ser associada ao envelhecimento e à perda progressiva de néfrons funcionais. Em pacientes aparentemente estáveis, com ureia e creatinina dentro dos intervalos de referência ou em estágios iniciais da doença, a conduta frequentemente se concentra no monitoramento laboratorial periódico, no manejo nutricional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na rotina da clínica médica veterinária, a Doença Renal Crônica, ou DRC, costuma ser associada ao envelhecimento e à perda progressiva de néfrons funcionais. Em pacientes aparentemente estáveis, com ureia e creatinina dentro dos intervalos de referência ou em estágios iniciais da doença, a conduta frequentemente se concentra no monitoramento laboratorial periódico, no manejo nutricional e no controle dos fatores de progressão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o declínio da função renal nem sempre ocorre de maneira contínua e previsível. A evolução da DRC pode ser influenciada por insultos adicionais, alguns deles transitórios e pouco perceptíveis na avaliação clínica convencional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre esses eventos estão os episódios de redução da perfusão renal, que podem provocar hipóxia tecidual e favorecer alterações celulares nos túbulos renais. Quando o fluxo sanguíneo é restabelecido, o processo de reoxigenação também pode contribuir para o estresse oxidativo e ampliar a vulnerabilidade do tecido renal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>O desafio da autorregulação renal</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os rins recebem uma parcela expressiva do débito cardíaco e dependem de um fluxo sanguíneo adequado para manter a taxa de filtração glomerular e o fornecimento de oxigênio ao córtex e à medula renal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para reduzir o impacto das variações da pressão arterial sistêmica, o organismo conta com mecanismos de autorregulação hemodinâmica. No entanto, essa capacidade de compensação possui limites, especialmente em pacientes idosos, desidratados, hipotensos ou com comprometimento renal prévio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática veterinária, algumas situações podem favorecer reduções transitórias da perfusão renal:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">flutuações da pressão arterial durante procedimentos cirúrgicos e anestésicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">perdas de fluidos associadas a vômitos, diarreia ou redução da ingestão hídrica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">hipovolemia;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">uso de fármacos que interferem na hemodinâmica renal, especialmente em pacientes vulneráveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alterações cardiovasculares capazes de comprometer o fluxo sanguíneo renal.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a pressão arterial se encontra abaixo da faixa necessária para uma autorregulação eficiente, determinadas regiões do néfron podem receber menos oxigênio. Os túbulos contorcidos proximais e a porção espessa ascendente da alça de Henle apresentam elevada demanda energética e, por isso, podem ser particularmente suscetíveis à hipóxia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução do oxigênio disponível compromete a fosforilação oxidativa mitocondrial, diminui a produção de ATP e interfere no funcionamento das bombas iônicas responsáveis pela manutenção da homeostase celular.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>A cascata fisiopatológica da lesão por reperfusão</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano celular não está relacionado apenas ao período de redução do fluxo sanguíneo. A restauração da perfusão em um tecido metabolicamente fragilizado também pode desencadear alterações importantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o oxigênio volta a alcançar as regiões previamente isquêmicas, ocorre aumento da produção de espécies reativas de oxigênio. Em condições controladas, essas moléculas participam de processos fisiológicos. Quando produzidas em excesso, entretanto, podem superar a capacidade antioxidante celular e favorecer o estresse oxidativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse processo pode envolver diferentes mecanismos:</span></p>
<h3><b>Formação de espécies reativas de oxigênio</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A reoxigenação pode aumentar a produção de radicais livres, como o ânion superóxido e o peróxido de hidrogênio.</span></p>
<h3><b>Peroxidação das membranas celulares</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As espécies reativas podem atingir os lipídios das membranas celulares e mitocondriais, comprometendo sua integridade e a estabilidade funcional das células tubulares.</span></p>
<h3><b>Disfunção mitocondrial</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As alterações da permeabilidade mitocondrial podem prejudicar ainda mais a produção de ATP e ativar vias relacionadas à morte celular.</span></p>
<h3><b>Inflamação e remodelamento tecidual</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As células lesionadas liberam sinais moleculares capazes de recrutar células inflamatórias. Quando os insultos se repetem ou a resposta não é adequadamente resolvida, esse ambiente pode contribuir para remodelamento, deposição de matriz extracelular e fibrose tubulo intersticial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A repetição de pequenos episódios de hipóxia e reoxigenação pode, portanto, reduzir gradualmente a reserva funcional renal, mesmo antes de alterações expressivas nos marcadores bioquímicos tradicionais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Por que a estabilidade laboratorial não elimina o risco?</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ureia e creatinina são ferramentas importantes para a avaliação do paciente renal, mas podem não refletir imediatamente lesões discretas ou reduções iniciais da reserva funcional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um paciente pode permanecer clinicamente estável e, ainda assim, apresentar vulnerabilidade diante de episódios de desidratação, hipotensão, anestesia, inflamação sistêmica ou alterações cardiovasculares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse raciocínio é especialmente relevante em pacientes com DRC em estágio inicial, animais geriátricos e indivíduos submetidos a procedimentos potencialmente associados a variações hemodinâmicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação do risco renal não deve se limitar a um resultado laboratorial isolado. O histórico clínico, a hidratação, a pressão arterial, a perfusão, as comorbidades e a evolução longitudinal também precisam ser considerados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Nefroproteção ativa e resiliência celular</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A correção da volemia e o monitoramento hemodinâmico são fundamentais quando há redução da perfusão renal. Entretanto, diante da possibilidade de insultos repetidos, o raciocínio clínico também pode incluir estratégias voltadas à manutenção da homeostase celular e da capacidade de adaptação do tecido renal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, três pontos merecem atenção:</span></p>
<h3><b>Suporte ao metabolismo energético</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As células tubulares dependem intensamente da atividade mitocondrial. Preservar os processos relacionados à produção de energia contribui para a manutenção da função celular em situações de maior demanda.</span></p>
<h3><b>Controle do estresse oxidativo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O equilíbrio entre a formação de espécies reativas e a capacidade antioxidante do organismo é importante para limitar danos às membranas, proteínas e estruturas mitocondriais.</span></p>
<h3><b>Suporte à microcirculação e à função renal</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A manutenção da perfusão, da hidratação e da estabilidade hemodinâmica precisa ser integrada a estratégias que favoreçam a função do tecido renal ao longo do acompanhamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>O papel do Protocolo SUC®</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Protocolo SUC® pode integrar uma estratégia de suporte direcionada ao metabolismo celular, à função mitocondrial e à homeostase do tecido renal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua proposta biorreguladora não se limita à correção pontual de um marcador laboratorial. O protocolo busca oferecer suporte ao organismo diante de alterações metabólicas, oxidativas e funcionais que podem estar presentes durante a evolução da DRC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao ser incorporado ao manejo individualizado, o Protocolo SUC® amplia a abordagem para além da reposição de fluidos e do controle dietético, adicionando suporte à capacidade funcional e adaptativa do tecido renal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa aplicação deve considerar o estágio da doença, a condição hemodinâmica, as comorbidades, os objetivos terapêuticos e a avaliação do médico-veterinário. A proposta é integrar o protocolo ao acompanhamento contínuo do paciente, e não substituir as medidas clínicas necessárias para o controle da DRC.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Conclusão</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A estabilidade clínica e laboratorial não significa, necessariamente, ausência de vulnerabilidade renal. Em pacientes com DRC ou reserva funcional reduzida, episódios transitórios de hipotensão, hipovolemia e alterações de perfusão podem representar insultos adicionais, nem sempre identificados imediatamente pelos marcadores convencionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse cenário reforça a importância de uma abordagem que una monitoramento hemodinâmico, prevenção de novos insultos e suporte contínuo à função renal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro dessa estratégia, o Protocolo SUC® pode integrar a conduta veterinária como suporte ao metabolismo celular e à homeostase do tecido renal, de acordo com a avaliação individual de cada paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é reconhecer precocemente os fatores que ameaçam a reserva funcional e ampliar a proteção renal ao longo do acompanhamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale agora mesmo com nossa <span style="color: #23ad76;"><a style="color: #23ad76;" title="CONTATO" href="https://heelvet.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener"><strong>equipe</strong></a>.</span></span></p>
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		<title>Excreção viral prolongada (viral shedding): o desafio do paciente assintomático na rotina de clínicas e ambientes multipet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 21:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientes multipet]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo Respiratório Felino]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças respiratórias]]></category>
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		<category><![CDATA[Excreção viral]]></category>
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		<category><![CDATA[Tosse dos Canis]]></category>
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					<description><![CDATA[Na rotina da clínica médica de pequenos animais e na gestão de ambientes de alta rotatividade, como setores de internamento, hotéis, creches e gatis, o controle das doenças infecciosas respiratórias representa um desafio constante. Mesmo após a melhora clínica e o cumprimento dos protocolos de isolamento, novos casos podem surgir entre animais residentes ou hospedados. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na rotina da clínica médica de pequenos animais e na gestão de ambientes de alta rotatividade, como setores de internamento, hotéis, creches e gatis, o controle das doenças infecciosas respiratórias representa um desafio constante. Mesmo após a melhora clínica e o cumprimento dos protocolos de isolamento, novos casos podem surgir entre animais residentes ou hospedados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesses cenários, a investigação costuma considerar falhas de desinfecção, cobertura vacinal incompleta, introdução de novos agentes e circulação de pacientes infectados. No entanto, há outro ponto que merece atenção: animais clinicamente estáveis ou assintomáticos podem continuar eliminando partículas virais e contribuindo para a manutenção da cadeia de transmissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Compreender essa dinâmica amplia o manejo do Complexo Respiratório Felino e do Complexo de Doença Respiratória Infecciosa Canina, frequentemente chamado de Tosse dos Canis. A conduta deixa de se concentrar apenas no desaparecimento dos sinais e passa a considerar a resposta imune do paciente, o período de excreção viral e o risco epidemiológico do ambiente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Excreção viral: quando a melhora clínica não encerra o risco de transmissão</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática clínica, a remissão de tosse, espirros, secreções e prostração nem sempre coincide com a interrupção da excreção viral. A duração desse período varia conforme o agente, a imunocompetência do paciente, a presença de coinfecções e as condições do ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a fase aguda de infecções por agentes como o herpesvírus felino tipo 1, o calicivírus felino, o vírus da parainfluenza canina ou o adenovírus canino tipo 2, a inflamação das vias respiratórias pode diminuir antes que a eliminação do agente seja completamente interrompida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante esse intervalo, partículas virais podem permanecer presentes em secreções orais, nasais e oculares. Dependendo do agente, a transmissão também pode ocorrer por gotículas, aerossóis, contato direto e fômites. Esse processo é denominado excreção viral ou viral shedding.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse descompasso cria três pontos de atenção para a rotina clínica e sanitária:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Paciente clinicamente recuperado:</b><span style="font-weight: 400;"> a ausência de sinais não garante que o animal tenha deixado de eliminar o agente. A decisão sobre alta do isolamento deve considerar o patógeno envolvido, o tempo de evolução, o risco epidemiológico e os protocolos do estabelecimento.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Manutenção da cadeia de transmissão: </b><span style="font-weight: 400;">animais assintomáticos ou com sinais discretos podem circular entre áreas compartilhadas e contaminar superfícies, utensílios e contactantes, especialmente em ambientes com alta densidade populacional.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Reativação associada ao estresse:</b><span style="font-weight: 400;"> no caso do herpesvírus felino tipo 1, o vírus estabelece latência e pode ser reativado por situações de estresse. Essa reativação pode ser acompanhada por nova excreção viral, mesmo sem o retorno evidente dos sinais clínicos.</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>O impacto nos ambientes multipet</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em locais que abrigam vários animais, a presença de pacientes assintomáticos em período de excreção viral dificulta o controle sanitário. Enquanto indivíduos sintomáticos são facilmente identificados e isolados, aqueles que aparentam estabilidade podem manter a circulação do agente sem chamar atenção imediata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Complexo Respiratório Felino, a persistência do calicivírus em gatos portadores e sua resistência ambiental tornam o controle em gatis e abrigos particularmente desafiador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no complexo respiratório canino, diferentes agentes virais e bacterianos podem circular simultaneamente, e infecções subclínicas também podem fazer parte da dinâmica do surto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, interromper a cadeia de transmissão exige mais do que aliviar sintomas. Biossegurança, vacinação, isolamento e higiene ambiental são indispensáveis, mas precisam ser acompanhados por uma estratégia voltada à imunocompetência e ao enfrentamento do agente viral pelo próprio organismo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Por que o controle exclusivamente sintomático pode ser insuficiente</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quadros respiratórios agudos, medidas de suporte, antimicrobianos quando há indicação de envolvimento bacteriano e controle da inflamação podem ser necessários para estabilizar o paciente e reduzir o desconforto. Essas condutas cumprem papéis importantes, mas não atuam diretamente sobre todos os pontos envolvidos na persistência viral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antibióticos não agem sobre vírus. Terapias sintomáticas podem melhorar tosse, espirros e secreções, mas a melhora clínica não deve ser interpretada isoladamente como interrupção da excreção. Quando a resposta imune celular permanece insuficiente, o organismo pode apresentar maior dificuldade para controlar agentes intracelulares.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Antimicrobianos e agentes virais: </b><span style="font-weight: 400;">o uso de antibióticos deve ser reservado aos casos em que exista indicação clínica para o tratamento de infecção bacteriana primária ou secundária.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Controle da inflamação: </b><span style="font-weight: 400;">anti-inflamatórios podem integrar a conduta em situações específicas, mas sua escolha deve considerar a condição clínica, o estado imunológico e os objetivos terapêuticos do paciente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Controle dos sinais clínicos: </b><span style="font-weight: 400;">reduzir tosse, espirros e secreções melhora o conforto, porém não substitui o acompanhamento da imunocompetência, do risco de recorrência e da possibilidade de permanência da excreção viral.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #23ad76;"><b>Engystol® e o suporte direcionado à resposta imune celular</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O controle de vírus intracelulares depende de uma resposta imune celular eficiente. Nesse processo, a via Th1 participa da ativação de linfócitos T citotóxicos, células Natural Killer e macrófagos, envolvidos no reconhecimento e na eliminação de células infectadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É justamente nesse ponto que Engystol® assume um papel relevante na estratégia clínica. O medicamento atua como suporte à imunocompetência, com estímulo relacionado à resposta imune celular, à atividade Th1 e à produção de interferon-gama, mecanismos associados ao enfrentamento de patógenos intracelulares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto as terapias disponíveis até então priorizavam o controle sintomático, Engystol® direciona sua proposta ao suporte da resposta imune envolvida no controle viral. Assim, pode ser integrado à condução de pacientes com infecções virais, maior demanda imunológica, histórico de recorrência ou exposição contínua em ambientes de alta circulação</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Suporte ao enfrentamento viral: </b><span style="font-weight: 400;">ao favorecer a resposta imune celular, Engystol® auxilia o organismo no reconhecimento e na eliminação de células infectadas, contribuindo para uma resposta mais eficiente diante de agentes virais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imunocompetência em períodos de maior demanda: </b><span style="font-weight: 400;">estresse, superlotação, idade, coinfecções e histórico de recorrência podem aumentar a vulnerabilidade do paciente. Nesses contextos, o suporte imunológico ganha importância para a estabilidade clínica e para a redução do risco de novos episódios.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Integração ao manejo de surtos: </b><span style="font-weight: 400;">Engystol® pode ser associado às medidas de biossegurança e às terapias convencionais definidas pelo médico-veterinário. Sua presença na conduta não é acessória, mas direcionada a uma necessidade específica que antibióticos e terapias sintomáticas não cobrem: o suporte à resposta imune celular frente ao agente viral.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Fale agora mesmo com nossa <span style="color: #23ad76;"><a style="color: #23ad76;" title="CONTATO" href="https://heelvet.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener"><strong>equipe</strong></a>.</span></span></p>
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